\ A VOZ PORTALEGRENSE

terça-feira, janeiro 20, 2026

RP - Desabafos - Final presidencial

Final presidencial

No rescaldo desta noite eleitoral, mais ou menos longa, o que fica é que os portugueses estão divididos em termos políticos e ideológicos, mais do que nunca.

Foi uma campanha para a eleição do presidente da República sem grandes motivos de interesse. A luta do ‘mau’ contra os ‘bons’, ou dos ‘bons’ contra o ‘mau’, a insinuação, a calúnia, a mentira, campearam. Nada de que não se estivesse à espera.

Contudo, o ponto mais importante deste processo eleitoral é que ele vai conduzir ao fim de um mandato de uma década daquele que para muitos, onde nos incluímos, foi o pior presidente, quer da Primeira, da Segunda, quer desta Terceira República.

O ainda presidente da República foi um elemento desestabilizador, perturbador da vida política portuguesa nesta última década. Falso, intriguista, manipulador, menorizou ao longo do tempo a função que desempenhava, tornando o seu mandato presidencial, muitas vezes caótico, hipócrita.

O ainda presidente da República não honrou a função presidencial, tornando-se muitas vezes cúmplice de atitudes circenses que em nada o dignificavam. Também em termos internacionais, não criou empatia com os seus congéneres, nunca foi considerado credível, fiável.

Não vai ser fácil à Instituição Presidência da República recuperar o prestígio que teve e que deve ter. Foram anos de forte perturbação, de achincalhamento, de mediocridade cívica e também moral. Irá demorar tempo a recuperar a dignidade que lhe é devida.

Mário Casa Nova Martins

19 de Janeiro de 2026

Rádio Portalegre

segunda-feira, janeiro 19, 2026

Pois...

*

sábado, janeiro 17, 2026

«O Independente»

 

*

sexta-feira, janeiro 16, 2026

AA - Tempos incertos

Tempos incertos

Uma das características da política, além da retórica, é o cinismo. As promessas que os políticos fazem, principalmente nas campanhas eleitorais, estão carregadas de retórica e também de cinismo, para não se falar de falsidade em relação a muitas delas.

Porém, se há algo que não se pode apontar ao actual presidente dos EUA é o de ser retórico ou cínico. Desde a primeira hora disse ‘ao que ia’, ninguém hoje pode dizer que Trump mentiu, enganou. É caso para dizer, “habituem-se”!

Os europeus no século XIX utilizaram a ‘política da canhoeira’ para explorar as riquezas de África.

No mesmo século XIX os europeus, tornados americanos, realizam a conquista do oeste, com o extermínio dos povos nativos, ocupando-lhes as terras, e tudo o mais. A famosa epopeia do oeste. Os índios os maus, os cowboys os bons, tudo tão simples, tão linear.

Por detrás de todas estas guerras, em África e na América, estava não o fervor civilizacional, religioso, mas sim a busca desenfreada de riquezas de toda a ordem, a economia, portanto.

Hoje as típicas guerras do faroeste como que ressuscitaram. O rapto do venezuelano ‘incómodo’ Nicolas Maduro pelos novos cowboys americanos liderados por Donald Trump, em nada se assemelha ao histórico ‘Rapto das Sabinas’ ou ao duplo rapto da bela Helena de Tróia. Aqui ‘falou mais alto’ o gás e o petróleo venezuelano.

A força militar uniu-se aos interesses económicos, e o país com as maiores reservas petrolíferas conhecidas torna-se colónia dos EUA, quiçá no futuro um novo estado americano, ao qual se poderá juntar mais tarde a Gronelândia, o Canadá, os Açores.

O Direito ‘atirado às malvas’! Habituem-se.

Esta situação desencadeada pelos interesses económicos dos EUA, naquela zona geográfica que é para eles considerada a sua esfera de influência, terá a seu tempo resposta quer da Rússia, quer da China. O Urso e o Dragão esperarão o tempo que for necessário.

Mário Casa Nova Martins

quinta-feira, janeiro 15, 2026

Verdade inconveniente

*

quarta-feira, janeiro 14, 2026

Leituras

*

quarta-feira, janeiro 07, 2026

Verdade inconveniente

*

terça-feira, janeiro 06, 2026

Desabafos - O Futuro de Portalegre

O Futuro de Portalegre

Estamos num ano novo, o ano de 2026, e nestas alturas, espera-se e deseja-se o melhor, esquecendo principalmente o que de mal aconteceu no ano anterior, ao mesmo tempo que se recorda o que aquele de bom trouxe.

E para o concelho de Portalegre a melhor ‘prenda’ que recebeu em 2025 foi já no seu final, concretamente a 29 de Dezembro.

O dia 29 de Dezembro fica para a história recente de Portalegre como uma data importante para o seu futuro.

A compra do Colégio Diocesano de Santo António pelo Ministério da Saúde, tendo em vista a ampliação do Hospital Doutor José Maria Grande, nesse dia 29 de Dezembro de 2025, é um acontecimento muito relevante para as gentes da cidade e concelho.

O Instituto Politécnico de Portalegre e o Hospital Distrital são as duas principais mais-valias do concelho, um concelho pobre, idoso, desertificado, do interior do país, e sobretudo esquecido do poder central.

Com este evento, quiçá, o mais estruturante dos últimos cinquenta anos para o concelho, que viu partir ao longo destas cinco décadas serviços para outras regiões, vendo diminuir a sua gente e a sua importância socioeconómica, Portalegre terá no futuro próximo mais gente, principalmente qualificada na área da saúde, facto que de certeza se alargará a outro sectores da sociedade e da economia.

Há dezenas que anos que o colégio estava devoluto, e desde essa altura que a ideia da sua compra pelo Ministério da Saúde era ciclicamente falado. Contudo, a insensibilidade do proprietário ia sempre inviabilizando o negócio, prejudicando a cidade, o concelho e a região de Portalegre.

Concretizada a compra, honra a quem nunca desistiu deste projecto tão marcante!

Mário Casa Nova Martins

5 de Janeiro de 2026

Rádio Portalegre

segunda-feira, janeiro 05, 2026

Leão XIV e a Tradição

*
*
Após doze anos de Trevas, a Luz regressou!
Mário Casa Nova Martins

sexta-feira, janeiro 02, 2026

SLB - Mais um ano...

*
*

quinta-feira, janeiro 01, 2026

2026

*

2026

terça-feira, dezembro 30, 2025

Ucronia - Luís Sena de Vasconcelos, Tomás A. Moreira

*
*

Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

segunda-feira, dezembro 29, 2025

Ucronia - Diogo de Andrade

*
*

Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

sexta-feira, dezembro 26, 2025

Ucronia - Dominique de Roux

*
*

Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

quarta-feira, dezembro 24, 2025

Natal 2025

Tradição!

Santo Natal

MárioJ.

terça-feira, dezembro 23, 2025

RP - Desabafos - NATAL 2025

NATAL

Estamos na semana do Natal. Vamos celebrar o Natal como a Festa da Família, com a Família.

Esta época natalícia é um instante de Esperança, num tempo em que a própria Esperança é cada vez mais vã.

Vive-se um tempo de final de tempo. Quase se cancelam as fotografias de Natal, as luzes figurativas natalícias, se escondem os símbolos festivos alusivos à época para se ser ‘inclusivo’, quando as minorias não respeitam os valores da maioria, querendo impor credos e práticas atentatórias à liberdade da maioria, é uma traição à nossa Identidade, no caso português a Identidade cultural e religiosa da matriz greco, romano, cristã.

O ocidente cristão está a ser paulatinamente conquistado por outras culturas e religiões minoritárias no seu seio, que não respeitam os costumes e as tradições desta europa cristianizada.

A apropriação do Natal por valores pagãos tem vindo a acontecer aceleradamente nas últimas décadas. Mas agora são principalmente os novos cultos, minoritários no reduto europeu, que querem não só subverter o espírito do Natal cristão, como eliminá-lo.

Onde está o símbolo maior do Natal cristão, o Presépio? Está escondido, em lugares esconsos, para não ferir sensibilidades de outras crenças (???).

Já não se ouvem os tradicionais cânticos de Natal, substituídos por músicas e letras que nada dizem à época natalícia.

Tudo tem sido adulterado. As novas ‘modas’ estão afastadas da vivência cristã.

Há que voltar aos Valores do Natal português.

Como disse o Papa Bento XVI, a Igreja pertence a Jesus Cristo e não é nenhum laboratório para que os teólogos façam experiências.

Que Leão XIV continue a Tarefa de Bento XVI.

Neste tempo presente, um Santo Natal!

Mário Casa Nova Martins

22 de Dezembro de 2025

Rádio Portalegre

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Ucronia - Philip K. Dick

*
*

Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

sexta-feira, dezembro 19, 2025

AA - Natal Tempo de Amor e de Paz


Natal Tempo de Amor e de Paz

Tempo houve em que o Natal era um momento ligado ao recolhimento, ao nascimento, ao simbólico.

O Natal está ligado ao Solstício de Dezembro, que todas as civilizações celebravam. O Solstício de Dezembro  é um momento de celebração da luz e renovação em diversas tradições antigas, associado à vitória sobre as trevas.

O Natal celebra o Nascimento do Menino Jesus, Filho de Maria. Mas o Natal de hoje pouco tem de religioso nesta Europa em que os seus pilares estão a ruir. Os três pilares em que a civilização europeia assenta, a civilização grega, a civilização romana e o cristianismo, estão sobre forte ataque dos novos bárbaros.

Grécia, Roma e Cristandade constituíram-se como a matriz da civilização europeia. Mas hoje tudo está a ser posto à prova.

Os conceitos cristãos do valor da vida e da liberdade do homem estão a sofrer um ataque fortíssimo, o qual a hierarquia católica não só não consegue combater para os defender, como muitas vezes se torna cobardemente cúmplice.

Bento XVI, doutor da igreja, previu a hecatombe e lutou com tudo o que podia, e agora Leão XIV, em quem se depositam grandes esperanças, continua essa batalha contra as trevas.

Contudo, em Portugal os desmandos bergoglianos continuam presentes.

O Natal era um tempo em que as famílias se reuniam em torno do Presépio. A paz, a concórdia, o amor reinavam. Hoje ritos e costumes pagãos vieram substituir essa essência cristã natalícia. O hedonismo, o consumismo, a ostentação dominam, e a família deixou de ser o centro, tal como a celebração da vida, do nascimento da vida.

Boas festas? Não. Um Santo e Feliz Natal, sim!

Mário Casa Nova Martins

sexta-feira, dezembro 12, 2025

Almoço de Natal - GDP

*

segunda-feira, dezembro 08, 2025

RP - Desabafos - Imaculada Conceição

*
Imaculada Conceição - Padroeira de Portugal

Este dia 8 de Dezembro invoca a vida e a virtude da Virgem Maria, mãe de Jesus, concebida sem mácula, ou seja, sem marca do pecado original, o que recebeu o título de dogma católico neste mesmo dia 8 de Dezembro mas do ano de 1854. É, assim, uma data de grande significado para a Igreja Católica.

Contudo, muito antes de ter sido considerado um dogma, a celebração da festa universal da Virgem Maria já havia sido decretada em 1476 pelo Papa Sisto IV.

Diga-se, também, que em 25 de Março de 1646, o rei D. João IV organizou uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da Independência de Portugal em relação à Espanha.

Neste dia foi até a igreja de Nossa Senhora da Conceição, declarando-a padroeira e rainha de Portugal. Desde então, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, privilégio que estaria disponível apenas para a Imaculada Conceição.

Importa ainda referir que durante séculos, o Dia da Mãe era comemorado no dia 8 de Dezembro.

Com a perda de influência da Igreja Católica na sociedade portuguesa, hoje esta data é mais recordada e celebrada por ser um feriado, utilizado para a febre consumista das compras, preparando a quadra que se avizinha, o Natal, também ele cada vez mais dessacralizado.

O dia 8 de Dezembro, também chamado dia do ‘Natal Pequenino’, marcava o início da grande festividade que culminava a 25, com a celebração do Nascimento do Menino Jesus.

Mas tudo hoje é diferente. Para agradar às minorias não católicas, a própria hierarquia da Igreja Católica portuguesa, verga-se, conduzindo este ciclo religioso para uma quase clandestinidade.

Mário Casa Nova Martins

quinta-feira, dezembro 04, 2025

AA - A Europa em Guerra

A Europa em Guerra

O conceito de “traidor” varia conforme as batalhas… e os vencedores. Tal como a História é escrita pelo vencedor.

Ai dos vencidos! Para justificar a sua agressão o vencedor dita a ‘verdade’. Que o digam, para não se sair da Europa, os vencidos da Guerra Civil Europeia de 1914-1945. Que o digam os vencidos na Concessão de Évora Monte em 1834.

É assim, e assim será.

Segundo a doutrina de Zbigniew Brzezinski, a Rússia nunca seria uma potência mundial, global, se perdesse o controlo geopolítico da Ucrânia, limitando-se a ser apenas uma potência regional. Mas a Rússia nunca se poderia aproximar da China. Por outras palavras, Brzezinski queria, como diz o ditado popular “sol na eira e água no nabal”.

Estes conceitos estão na obra, tradução francesa, «Le Grand Échiquier – L’Amérique et le reste du Monde». Não há tradução portuguesa.

Num tempo em que os dados militares no terreno são claros na guerra entre os EUA e a Rússia, com a Ucrânia a servir de palco das operações, que dizer do comportamento belicista dos líderes da EU, num tempo em que os ucranianos mais não são do que ‘carne para canhão’.

Enquanto os europeus, nem todos, diga-se, ‘alinham’ pela cartilha dos líderes da EU, que mais não são do que ‘tigres de papel’ neste conflito, EUA, China e Rússia dialogam entre si, e tornam-se cada vez mais fortes.

E que penoso é ver um dito Tribunal Penal Internacional, TPI, que só julga vencidos, fracos, e vê-lo desprezado, ignorado, justamente pela China, Rússia e EUA.

Os belicistas europeus, cada dia que passa estão mais desacreditados. Jornais, rádios e televisões, outrora referências, faróis de credibilidade, estão nas mãos destes belicistas, que a seu tempo os Europeus julgarão pela Traição à própria Europa. A propaganda que veiculam já não é aceite, a mentira campeia, e a Europa dá passos para o seu ocaso.

Mário Casa Nova Martins

quarta-feira, dezembro 03, 2025

Palavras p'ra quê!

*

terça-feira, dezembro 02, 2025

JP - No caminho certo

*

A Juventude Popular no caminho certo!

Assim fosse o actual CDS.

Mário Casa Nova Martins

sexta-feira, novembro 28, 2025

AA - Apresentação do livro de José Regala

José Regala «Um Tempo que já foi Tempo»

Teve lugar no passado sábado dia 22 de Novembro, no Auditório do Museu de Tapeçaria Guy Fino, a apresentação do segundo livro de poesia de José Joaquim de Oliveira Barbas Regala, «Um Tempo que já foi Tempo».

A apresentação do primeiro, «Para lá do Tempo», ocorrera a 2 de Novembro de 2024, também neste mesmo local.

Começou por falar Amélia Bravo Vadillo, da «Filigrana Editora», que edita a obra, e em breves palavras traçou o perfil do Autor, leu um conto cuja temática e personagem principal se identificava com o Autor nas suas diversas vertentes e leu poemas do livro.

Em seguida tomou a palavra a Presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Fermelinda Carvalho, que em breves palavras mostrou o seu apreço e Amizade pelo Autor. Em seguida fez questão de afirmar a continuada disponibilidade da Autarquia para apoiar a Cultura no Concelho, nas suas mais diversas formas e conteúdos, citando casos concretos desse mesmo apoio, reafirmando ao mesmo tempo toda a receptividade em relação a projectos futuros que venham a ser apresentados.

Mário Casa Nova Martins apresentou «Um Tempo que já foi Tempo», referindo-se mais à figura do Autor do que à obra propriamente dita, a qual iria ter todo o destaque nas palavras do próprio Autor. Contudo, não deixou de referir que neste ano de 2025 se celebram os 125 anos do nascimento de dois Portalegrenses ilustres na área da cultura, José Duro e Luzia (Luísa Susana Grande de Freitas Lomelino).

José Regala, feitos os agradecimentos, refere que os prefácios das duas obras são fiéis à sua vida.

Afirma que ‘nada acontece por acaso’, e ‘o Destino sabe o que tem que fazer’. Este é o leitmotiv para a sua intervenção, recordando a sua experiência post mortem ocorrida há mais de cinco décadas. Fala das temáticas que tem ao longo do tempo estudado, numerologia, radiestesia, efeitos dos cristais, iridologia, reflexologia, quiromancia.

Teve consultas com o Astrólogo Professor Hórus após o acidente e frequentou a Escola Esotérica, chegando inclusive ao 5.º Grau. Mas continuava a não conseguir encontrar a explicação para o que lhe tinha acontecido.

É nos anos oitenta do século passado que encontra a resposta num livro de um cientista americano, que tinha criado uma matriz explicativa daquele fenómeno. Referia-se a «A Supraconsciência existe – Vida depois da Vida», de Manuel Sans Cegarra.

A vida não acaba com a morte. A energia vital liberta-se para o Espaço. A vida para além da morte é descrita cientificamente no livro.

Cita Isaac Newton, René Descartes, Albert Einstein e fala da Física Quântica. Faz a ligação da Física Quântica à Espiritualidade. Presente, passado e futuro é o mesmo na Teoria Quântica. O Tempo não é linear, está em espiral.

A investigação entre estes fenómenos relaciona-se com a Poesia.

A Consciência Quântica permite ir a outros estados de consciência.

Tempo, silêncio, ventos, chuva, elementos estruturantes da sua poesia.

A sua próxima obra completa a trilogia. José Regala afirma que esse terceiro livro reflectirá o percurso da sua Alma, o espirito místico, esotérico.

Incide sobre a Alma depois da experiência por que passou, e da qual regressou para cumprir o Karma. Pretende após o Terminus ascender a um Nível Superior.

A terminar a sessão, teve lugar uma leitura de poemas do livro, começando José Regala, que escolheu «Pensamentos de uma Vida», numa forte homenagem à sua cadela Diana, recentemente falecida, seguindo-se a leitura feita por alguns dos presentes.

Também à pergunta, quais os seus autores favoritos, José Regala respondeu que eram Eugénio de Andrade e fundamentalmente Fernando Pessoa, este pelo seu misticismo e esoterismo.


*

*

*

quinta-feira, novembro 27, 2025

RP - Desabafos - Edifício do Tribunal

Em Portalegre cidade, junto ao Jardim da Avenida da Liberdade, no sentido ascendente do lado direito, está um emblemático edifício, construído nos anos cinquenta do século passado, em pleno Estado Novo.

Como facilmente se identifica, é o edifício do Tribunal.

Em termos arquitectónicos é um edifício de grande beleza e que dignifica a cidade e principalmente a função que representa.

Se bem que excelentemente conservado, quer o seu exterior, quer o seu interior, há mais de uma década que espera obras.

Ao longo destes tempos passaram governos, do PSD e do PS, e a obra ou obras nunca se fizeram, funcionado o tribunal nas instalações cedidas pela antiga Junta Autónoma das Estradas, outro edifício emblemático da cidade, também de construção datada do Estado Novo.

Nas vésperas das eleições, sejam legislativas, sejam autárquicas, lá vêm os políticos dizer que as obras vão ter início muito brevemente. Mas tudo continua como dantes!

Como é possível os portalegrenses continuarem a acreditar nos políticos do Centrão, PSD e PS, que de Lisboa tudo lhes promete em períodos eleitorais, e que depois nada é feito, continuando a dar-lhes o seu voto em sucessivas eleições! Será um ‘case study’, ou talvez não, felizes que ficam com modestas feiras e festas, pelos vistos.

Mário Casa Nova Martins

24 de Novembro e 2025

quarta-feira, novembro 26, 2025

RP - Desabafos - Presidenciais 2026

Terminado mais um ciclo eleitoral, neste caso o autárquico, no qual surpresas, se as houve, só no final do apuramento dos resultados, eis que os portugueses mergulham em nova campanha eleitoral, agora para as eleições presidenciais que terão lugar em 18 de Janeiro de 2026.

Segundo as sondagens realizadas até ao momento, todas sem excepção dão a indicação de que haverá uma segunda volta, dado que de acordo com estes estudos de opinião nenhum candidato alcançará a maioria à primeira.

Embora as sondagens estejam por mais desacreditadas, uma vez que falham cada vez mais, e principalmente pecam por isenção por servirem quem as paga, agora parece não ser difícil acreditar que pela segunda vez nesta Terceira República haverá a dita segunda volta. A anterior foi entre Diogo Feitas do Amaral e Mário Soares.

Até ao momento já se perfilou uma mão-cheia de candidatos das mais variadas cores e feitios, permita-se a expressão.

Não será difícil a escolha, mas desde já se diga que há um que é a ‘fotocópia’ do actual presidente da República, tendo todos os outros, para bem da Nação, diferente postura do candidato-cópia do pior presidente da República, desde que a mesma foi implantada em 5 de Outubro de 1910! É obra!

O candidato Marques Mendes é a cópia perfeita de Marcelo Rebelo de Sousa.

Como diz o reclame publicitário, «o algodão não engana», e Marcelo Rebelo de Sousa e Marques Mendes, pela negativa, são as duas faces de uma mesma moeda!

Mário Casa Nova Martins

10 de Novembro de 2025

Rádio Portalegre

terça-feira, novembro 25, 2025

José Regala um Ser inquieto - Apresentação

José Regala um Ser inquieto

Foi em 2 de Novembro de 2024 que aqui neste mesmo Auditório do Museu de Tapeçaria Guy Fino estivemos para apresentar o primeiro livro de Poesia de José Regala intitulado «Para além do Tempo».

Hoje reunimo-nos para a apresentação do seu segundo livro de Poesia, um segundo volume de uma trilogia, cujo terceiro tomo o Autor tem já nos prelos.

«Um Tempo que já foi Tempo», que agora com a solenidade devida é formalmente tornado público, é mais uma parte de uma caminhada que José Regala tem percorrido nesta sua epopeia de mais de sete décadas, um Tempo de muitos Tempos, tal como é possível descortinar nos seus poemas.

Escrevemos no último número de semanário portalegrense «Alto Alentejo», quarta-feira passada, que a poesia de José Regala reflecte com precisão e nitidez a sua vida, principalmente aqueles momentos mais íntimos, as suas experiências, angustias, e a sua busca da Eternidade.

Uma vida recheada de momentos muito especiais, acontecimentos marcantes, vitórias e derrotas, mas que José Regala não tem receio de partilhar com os Outros através da sua poesia, quantas vezes alegre, triste, mas sempre sentida.

A trilogia, que em breve será completada, marca indelevelmente três tempos da vida de José Regala, os quais representam o Princípio, o Meio e o Fim, em concertação com o Cosmos, o Universo.

A vida nasce, cresce e morre, acompanhando o Tempo. E a Eternidade prologa a vida para lá do Tempo, rumo ao Infinito.

Antes de terminar esta apresentação, permitam que diga que neste ano de 2025 se celebram os 125 anos do Nascimento de duas Figuras nascidas em Portalegre, cuja obra está para além do Tempo, permanecendo incólumes à própria usura do Tempo.

Falo do poeta José Dura e da escritora Luzia (Luísa Grande).

Passaram esquecidas estas duas efemérides. A Memória das gentes por vezes é madrasta para com alguns dos seus Maiores.

José Regala, homem do Tempo presente, erudito, é enriquecedor lê-lo e ouvi-lo. Após este momento de Cultura, certamente sairemos mais ricos em conhecimento e saber.

Mário Casa Nova Martins

22 de Novembro de 2025

*

segunda-feira, novembro 24, 2025

Verdade inconveniente

*

sábado, novembro 22, 2025

José Ragal - UM TEMPO QUE JÁ FOI TEMPO

*

sexta-feira, novembro 21, 2025

José Regala - UM TEMPO QUE JÁ FOI TEMPO

*

quinta-feira, novembro 20, 2025

AA - UM TEMPO QUE JÁ FOI TEMPO

UM TEMPO QUE JÁ FOI TEMPO

No próximo sábado dia 22 de Novembro tem lugar em Portalegre cidade, no Auditório do Museu da Tapeçaria, a apresentação do segundo livro de poesia de José Regala, intitulado «Um Tempo que já foi Tempo».

Esta obra faz parte de uma trilogia, da qual está nos prelos um terceiro volume.

A poesia de José Regala reflecte a sua vida, principalmente os momentos mais íntimos do Autor, os seus sentires, as suas angústias e o seu conhecimento da Eternidade.

Uma vida cheia de acontecimentos que José Regala não tem receio de partilhar com os Outros através da sua poesia, quantas vezes de um intimismo que resulta da sua ligação ao Cosmos.

Sim, o Autor confidenciou que nesse momento da apresentação da obra, aceitando que ‘pesquisas recentes revelam que os átomos que formam o seu corpo um dia foram poeira interestelar, viajando pelo espaço entre as galáxias’, “um tempo que já foi tempo”, ‘Vida para além da Vida’, irá continuar a dissertação sobre esta temática, que iniciou aquando da apresentação do seu primeiro livro «Para lá do Tempo», também naquele Auditório.

A trilogia, que em breve será completada, marca três tempos da vida de José Regala, os quais representam o Principio, o Meio e o Fim.

Tempo, Vida, Eternidade, uma outra trilogia que acompanha a poesia do Autor. O Tempo tem passado, presente e futuro. A Vida nasce, cresce e morre acompanhando o Tempo. E a Eternidade prolonga a Vida no Tempo, rumo ao Infinito.

José Regala, homem do Tempo presente, erudito, é enriquecedor lê-lo e ouvi-lo. Certamente, quem tiver o privilégio de estar presente na apresentação deste seu segundo livro, sairá mais rico em conhecimento e saber.

Mário Casa Nova Martins

 19 de Novembro de 2025, pg. 17